Na quietude da noite, onde as memórias vagueiam entre sombras e luz, algo em mim despertou. Foi mais do que uma reflexão; foi um reencontro. Um amor, puro e infinito, brotou no meu peito, lembrando-me que tudo o que procuro está em mim. O passado é apenas um eco, e eu, com asas de águia, escolho voar acima das migalhas que não me pertencem. Esta é a verdade que hoje partilho, com honra e gratidão.
O Farol do Coração
Nas profundezas do peito, há um farol,
Que não se apaga, mesmo em mares revoltos.
É a luz que não mendiga, que não clama,
Mas que abraça o céu e repousa na calma.
Quando o ego ruge como um trovão,
E a mente grita em busca de razão,
Coloca as mãos no templo do peito,
E ouve o sussurro de um amor perfeito.
Não precisas de mapas, nem de direção,
O farol sabe o caminho, sem hesitação.
Ele aquece, ilumina, dissolve a dor,
Guiando-te sempre para o teu interior.
Há quem busque na areia ou no mar,
A resposta que só dentro se pode achar.
O amor que procuras não vem de fora,
É um rio eterno, que em ti sempre mora.
Então confia na luz, deixa-a brilhar,
Permite que ela o mundo venha inundar.
Pois ao ativares o teu amor verdadeiro,
Transformas a vida em um canto inteiro.
Que este poema seja um lembrete terno,
Que o farol do teu coração é eterno.
E que em cada momento que te sentires perdida(o),
Basta olhar para dentro e reencontrar a vida.
Margarida palavras da alma
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