A vida, por vezes, empurra-nos para o chão, não para nos humilhar, mas para nos ensinar a força que carregamos dentro. Cada queda é um lembrete de que somos capazes de nos erguer, que o peso dos dias não é maior do que a nossa coragem para recomeçar.
Enquanto olhava para as marcas da queda, pensei: o que significa realmente levantar-se? Não é só erguer o corpo, é alinhar a alma, é escolher a vida de novo, com todos os seus desafios e belezas. É reconhecer que o amor, a força e a energia que temos dentro de nós são inabaláveis.
As quedas, sejam físicas ou emocionais, têm uma maneira peculiar de nos recordar quem somos. Não importa quantas vezes fomos ao chão, o importante é o que fazemos a seguir. Ficamos lá, presas na dor, ou levantamo-nos, sacudimos a poeira e caminhamos com mais sabedoria?
Hoje, ao refletir sobre o amor e as conexões que crio, percebo que não preciso fazer-me notar. Sei que sou magnética, sei que a minha presença nunca passa indiferente. Não é ego, é verdade. As pessoas já me disseram, e sinto isso em mim. Mas, mais importante do que ser notada, é ser inteira.
O meu valor não está em como os outros me veem, mas em como eu escolho ver-me. Hoje, ao cair, lembrei-me: o poder não está em evitar as quedas, mas em saber como levantar. E, a cada vez que me levanto, sinto que cresço um pouco mais.
Então, não importa quantas vezes a vida me empurre, estou aqui, pronta para sacudir, andar e brilhar. Porque o amor que carrego, a força que sou, e a luz que dou ao mundo valem todas as cicatrizes e dores do caminho.
Gratidão pela queda, pela lição, e pela certeza de que cada passo me leva mais perto de mim mesma.
Margarida palavras da alma
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