O texto de hoje é fruto do meu processo de autoconhecimento, onde reconheço que cada desafio e cada queda se transformam numa oportunidade para renascer. estou empenhada em encontrar a minha paz interior, e estou também aprender a reconhecer e libertar as minhas incongruências.
Eu, em Metamorfose
Sou impulsiva, curiosa, criativa e poderosa. E, como o ar que se expande sem limites, abraço a minha natureza: delicada e doce, mas também capaz de oscilar entre a acidez dos extremos. Não sou perfeita—sou exatamente aquilo que o Criador sonhou que eu viria a ser. Tudo está "escrito", como se fosse um contrato universal que se concretiza a cada degrau que subo, enquanto as fichas da vida vão caindo, marcando a necessidade de uma nova direção.
O meu interior é complexo, pois ainda carrego resistências e crenças limitantes. Mas, a cada dia, essas barreiras vão-se dissipando, como a água de uma nascente que corre limpa e revela a minha consciência. Aprendi que não posso mais diminuir-me, nem ficar encolhida em situações que não me cabem—não posso aceitar migalhas quando mereço banquetes de verdade.
A minha impulsividade, essa energia vibrante, não é um defeito, mas parte do meu ser forte, resiliente e corajoso. Ainda tenho muito por descobrir, e o tempo é meu aliado nessa jornada. A minha filha, num momento de pura inocência, disse: "Mama, sabes que já chegaste à metade de 100, por isso ainda tens muitos anos para viver!" Ao ver esse olhar, percebi que, apesar da minha impermanência, ela me enxerga como eterna.
Hoje, relembrei ou reaprendi que o verdadeiro significado de amar começa por amar-me a mim mesma incondicionalmente. O amor não deve ser buscado fora para preencher buracos vazios; ele nasce quando escolhemos, primeiramente, nutrir o nosso próprio coração. O amor genuíno é aquele que se faz presente, que apoia e eleva, sem impor limites ou exigir sacrifícios desmedidos.
Estou num ponto de reconstrução. Priorizo-me, acolho-me e escolho-me em primeiro lugar—isso não é egoísmo, é amor próprio. Cultivo essa essência através de práticas de autocuidado, rotinas autênticas e meditações que me fazem regressar à minha casa interior, onde as sincronicidades se ressignificam e me guiam.
Hoje, reafirmo que não posso mais diminuir-me ou ficar presa ao que já não serve. Cada desafio, cada queda, cada sincronicidade é um convite para renascer. E assim, com o coração aberto e a mente em paz, sigo o meu caminho, sabendo que o que realmente importa é ser fiel a mim mesma.
Três passos que tenho praticado nessa jornada:
- Autocuidado Consciente: Dedico momentos diários para automassagens com óleo de sândalo e outras práticas que me reconectam com o meu corpo e a minha essência.
- Meditação e Ressignificação: Medito diariamente com os meus cristais—ametista, quartzo rosa, pedra da lua—para acalmar a mente e ressignificar as sincronicidades que surgem na minha vida.
- Expressão Autêntica: Escrevo e reflito sobre cada experiência, permitindo que cada palavra seja um tijolo na construção da minha paz interior, lembrando-me sempre de que o verdadeiro amor começa por mim. .............há muitos itens que podem ajudar mas, com este 3 já vais ver mudanças
Eu sou a minha própria fonte de energia e, enquanto a vida me apresenta os seus desafios, escolho seguir em frente com fé e coragem, sabendo que o caminho que trago é único e repleto de possibilidades.
E tu, estás pronto para abraçar as tuas imperfeições e transformar a tua dor em força?
Partilha nos comentários o que a tua jornada te ensinou.
Margarida em reflexões ....
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